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Entrudo, de 2017.

Papel de Carta.

Fui ao centro da cidade e entrei livraria por livraria, - daquelas que minha avó me levava quando criança e comprava meus materiais, - daquelas que você tem certeza que existe o mundo todo guardado ali, com cheiro de novo. Uma maleta de pincéis, o sonho desse passarinho preto.
- Moça tem papel de cartas?
- Tem não. Tem envelopes, ali.
- Não, quero o papel mesmo para escrever.
- Não tem mais isso.
- O quê, os papéis?
- É. Escreve em um papel almaço ou em um papel branco. Assim que escrevem hoje.

Nem nas livrarias, papelarias, nem nos Correios, lugar nenhum!

Eu sei que a ideia é escrever o que se sente. Segredos que provavelmente serão derramamos no papel. Tudo isso poderia ser escrito até mesmo em um papel de pão.
Mas eu não desisto não, viu?
Papel de carta será. Como nos dias de nossa infância. A emoção de rebê-lo, achá-lo fofo, cheirá-lo... ai.

Papel de carta será.

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