P.r.o.g.r.a.m.a.d.e.Í.n.d.i.o. (21/07)


“Nas minhas curvas esquinas,
Vivem desejos que fogem das mãos,
Fazendo o coração
Corar de vez” (3 na massa)



Eu podia até ter andando calada sem ruídos. Só assim contigo, sem que você me visse. Tudo isso pra não criar futuro. Mas eu já sabia, que em breve confundiria o cheiro de café. Toda vez que sinto minha língua queimada por ele, s-o-l-e-t-r-o cada coisa de novo. Isso todos ali sabiam. Sabem os pombos da praça. Sabem as pessoas engraçadas/esquisitas. Enquanto minhas unhas furavam a madeira do banco, - Sabem os bancos. Tão pouquinho pra ser feliz. Sabe o céu. Obrigada pelo passeio.

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