Do sabor da conversa

"Nadam meus olhos à minha procura”. (Cecília M.)

+1, à t.e.n.t.a.ç.ã.o.

E essa arte de nos conhecer e de amar TANTO à nós mesmos, que temos medo de mergulhar no nosso mundo tão misterioso e de não encontrar alguém lá. (Sem contar do medo dos demônios que moram no vazio) [...] E aí, sem saber direito como somos, agente fica com vergonha do que o outro pode estar pensando – imaginando que ele está a rir da gente, nem consideramos que pode ser que outro nem esteja pensando nisso!.

Mas se o observador for curioso e não tiver medo, ele poderá mergulhar.

E seus olhos verão então um outro mundo que da superfície não se podia ver.

Sem saber quem somos, sentimos uma ausência não sei de quê: são como buraquinhos na alma. É aí que expressamos/criamos - para curar essa tal infelicidade de nos (des)conhecermos.
pois é, Rubem.



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