Mas é que eu estou dizendo SIM.

Eu fico aqui te pedindo licença pra escrever sobre você, te contar que o frio da manhã agora tem outro aroma, outra luz que entra pela minha janela entre o coqueiro.
.:
Que quando eu te vejo, aquele pergaminho cheio de palavras começa a se desajeitar em minha boca e fico assim, atrapalhada demais...
e os segredos correm pra debaixo da minha língua – naqueles ligamentos. E que você não tenha medo não.

Que eu te acolho a cada amanhecer;

Que eu te trago aqui no peito mais do que as palavras que te derramo;
“vontades” de transformar os teus desejos = realidade.

Que eu estou tentando criar um monte de coisa dentro de mim. Mas são coisas livres: paciência, controle, juízo, porque às vezes eles fogem, sabe... e eu quebro a promessa sem querer. Quando eu te sorrio e seguro forte pra nunca mais soltar: meus exageros. rs

Lembrei que o céu tava ali todo preto, ontem. E eu aqui embaixo. E você. Não sabia como nomear porque não queria limitá-lo. E fiquei perguntando pra mim, por onde é que eu vou andar daqui há sei lá quantos anos... Preferi ficar calada e voar no céu preto. Contendo minhas vontades.

...Eu ainda tô aprendendo.*

E se às vezes fico fraca e tenho medo, me aperfeiçôo. Da próxima, não, não. Não mais. Só se você chegar muito perto, Medo bom. E são eles que eu procuro sempre!.
Talvez eu até queira mesmo arrancar um pedaço teu. E como não quereria?


Guardo o cheiro da tua pele por debaixo dos meus cabelos. E me é. Em a.b.s.o.l.u.t.o., bom.

Ainda eufórica, eu sei, que depois que agente abre os olhos, agente vê. Que tudo é ainda muito MAIOR. Pra 1a pessoa pequena viver assim.
é isso...

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