No tempo da delicadeza.

CARTA Nº 2

(curtinha)


Fortaleza, 04 de junho de 2012



Tenho uns papeizinhos amarelados que guardei escondido em minhas coisas. Você me falou no bilhete com “EU TE AMO” então fui procurar ‘nos meus arquivos’ secretos, nossas antigas coisas. Como é bonito o amor quando ele começa. Quando a gente só pensa um no outro, aquela emoção, aquela expectativa, aquele medo. Sim, todos esses sentimentos ainda existem, fiquei sabendo disto quando senti as mesmas emoções aflorarem ao ler teus pequenos bilhetes.
Te vi como te vi no começo.
Te guardo como sempre quis guardar: Meu amor manso, meu descanso.
Hoje não tenho mais tanto medo, mesmo assim às vezes, boba, fico insegura; de que um dia tu não queiras mais voltar.
Acontece que sei que carrego um pedaço de ti. E que tu nunca mais serás inteira se não vier buscar.
Te aguardo,
Hoje tô bem sensível e sentindo tua falta como uma “dor elegante”.
Curiosa pra sentir teus novos cheiros ;*

Te amo tanto.

Beijos e abraços...

Meus.

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