AGORA SIM, é sobre o tédio.


Todos temos esse impulso de vida e de aventura dentro de nós, baby.

(Sim, você também, menina)

Descobri há pouco tempo uma coisa que eu já sabia que levava ao ‘trabalho’ no meu dia-a-dia. Um sorriso de canto de boca, que significa desprezo, sobrancelhas levemente contraídas, que significam raiva contida, meio tostão de criatividade, algo como não estou inteira aqui e, algo como vontade de desistir.

(Ou de mandar mesmo p.r.a.p.u.t.a.q.u.e.p.a.r.i.u.).

Pensei: é, sou adulta. E aí? Tinha também contas, paixões, brigas, invejas, interesses, decepções, tudo ficando tão...
Juro que não queria falar palavra tão temível. Não queria ofender sua moral, mas:

[entediante!]

As coisas são tão curtas. Sorvete de açaí, então? Putz... uma lambidinha e xau. Eterna SÓ enquanto dura.
Tudo isso eu sei por quê. É porque eu fico vendo aquele rombo vazio das pessoas e me dói. Como se aquilo fosse transmissível.
De novo: As pessoas também são tão vazias, né?
Eu odeio quando tudo dorme ao meu redor e eu fico sozinha. Frenética, acabo pegando o mal.

(Afinal, alguma coisa eu tenho que pegar. #ativa)

Eu não quero perder minhas oportunidades, nem as possibilidades. Mesmo que eu de novo, e mais uma vez, faça questão de afastar tudo aquilo que chegar perto demais de mim.


Você não, tédio. Fica lá!.


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