Se eu tivesse fé pra rezar, eu rezaria.

Sobre Amy, Frida Kahlo e Paixões.

É o encontro com o impossível que torna o amor tão apaixonante, fazendo com que cada um procure sempre o amor absoluto de uma paixão, o amor louco. Frida Kahlo costumava dizer que sofrera dois acidentes em sua vida: quando foi atropelada e quando Rivera entrou em sua vida. E o demonstra ao reverenciar seu louco amor por ele: "Por que o chamo Meu Diego? Nunca foi nem nunca será meu. É de si mesmo". (Frida Kahlo, Para além da Pintora, Marli Bastos, 2010).

"Diego meu pai,
Diego meu filho,
Diego = eu
Diego Universo
Diversidade na Unidade".

Enquanto Amy enlouquece em seu fanatismo por Blake, ela diz: O amor é um jogo de azar. E que a destruiu.

"... Em jogo na mesa
O amor é uma aposta perdida
Acima do que eu poderia cobrir;
(O amor é uma aposta perdida)

Auto-declarado "profundo"
Até as fichas se acabaram...
Sei que você é um homem de apostas
O amor é uma aposta perdida!

Apesar de estar bastante cega
O amor é um resignado destino
Lembranças arruínam minha cabeça
O amor é um resignado destino.

Acima de fúteis probabilidades,
Ridicularizado pelos deuses!
E agora o lance final:
O amor é um jogo de azar."


E o que o amor seria pra mim?

O amor é uma doença, uma infecção.

Passaram-se uns 4 anos. Essas mais de 200 postagens que te dediquei e alguns quilos oscilantes pra mais e pra menos. Passaram-se as cores e o tamanho do cabelo do curto pro longo, da cor de ausência pro vermelho.

Embora você tenha esquecido quase tudo com o trabalho que o tempo faz, se te vejo na esquina eu ainda corro/morro e caio no chão. E entendo: que eu ainda não tenho estrutura pro amor que um dia foi sonho.

O amor é uma doença.

Mas se tiver paciência, a vida ensina a dizer adeus, a dizer não, a dizer: não, não, não!
e um: quero outra chance,
outras pessoas,
nem que eu tenha que rezar!
Eu quero desatinar!.




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